quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Forma Sistêmica de governar

Os governos brasileiros não tiveram uma visão sistêmica de programa de governo, é uma cultura atávica da política brasileira. O Brasil poderá ser uma grande nação. Milton Santos afirmou em entrevista ao Roda Viva, que os intelectuais não só no Brasil, mas de modo geral , capitularam pelo conforto. O principio da universidade é preparar e dotar seus habitantes de informação e conhecimento de tal modo a ter compreensão de uma forma sistêmica de convivência entre estado e nação. Na composição das organizações que compõem o estado, como partidos políticos e outros, no exercício das idéias, na interação do processo da brasilidade, há um grande desencontro em fazer uma grande nação. Isso deve ser um agir de todos, buscando de forma dinâmica no potencial que está em todos os brasileiros.

Waldimiro de Souza

7 comentários:

  1. José Carlos Neto comunidade de Santo Antonio do Guaporé

    A comunidade teve origem em 1786 chegaram os 4 primeiros negros fugidos, que eram dirigidos pelo meu tetravô e viveram 24 anos, só os 4 naquela localidade, mas antes eles viviam as margens do rio... afluente do rio Guaporé, só que lá eles seriam presas fáceis dos caçadores de escravos fugitivos, ai eles vieram pra onde existe a comunidade hoje. Posteriormente eles conseguiram voltar e trazerem mulheres, daí eles foram constituindo família. O primeiro sepultamento ocorrido na nossa comunidade tem registro de 1800, temos a lapide lá até hoje, não temos registro nela, mas registro dos nosso antepassados que passaram até hoje. Nós achávamos que titulo definitivo da terra era respeitar a natureza e viver em paz com ela, o sustento tiramos tudo dela, agente respeita o meio ambiente e a natureza. No ano de 1985, criaram a reserva biológica do Guaporé com 603 mil hectares, sem fazer um levantamento antropológico pra saber se vivia já pessoas vivendo naquela área. Aí o IBAMA, antigo IBDF (Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal), chegou nas nossas casas e até faca de mesa eles tomaram falando que era arma, fizeram pressão física, terrorismo psicológico. Quando o IBDF chegou na comunidade nos éramos 486 negros em 1985 quando chegaram os primeiro funcionários. Eles começaram a fazer todo esse terrorismo e proibiram a nossa comunidade até de criar pato e galinha, porque segundo eles agredia o meio ambiente, foram expulsando alguns moradores. Em 1999 nos éramos apenas 62 negros, a maioria era adulto e criança e os outros tinham engrossado as estatísticas do lixão, da cadeia e do cemitério. Foi quando no dia 3 de julho de 99, esse restante resolveu agir, pois ou agente fazia alguma coisa pra se defender ou agente era riscado do mapa. Nesse dia nos fundamos a ecovale (Associação comunitária ecológica do vale do Guaporé). No dia 11 de agosto de 2004, quando recebemos o certificado de auto reconhecimento como comunidade remanescente de quilombo, acrescentamos quilombola ai ficou Associação comunitária quilombola e ecológica do vale do Guaporé. Com isso nos fomos conquistando alguma coisa e eu vi que aquilo não deveria ser só pra minha comunidade, porque em todas as comunidades negras do vale do Guaporé eu tenho parentes. Então eu fui buscar também o auto reconhecimento dos demais, hoje nos somos 7 comunidades reconhecidas e mais 2 em fase de reconhecimento. A ecovale é hoje a coordenação estadual dessas comunidades e travamos essa luta até hoje contra o INCRA, o IBAMA. Hoje temos um alento que é o superintendente do IBAMA que é o nosso maior parceiro. Teve um Juiz, que não conhece nada de geografia nem de comunidades tradicionais, que deu ordem de despejo pra gente. A Policia Militar que ia cumprir essa ordem, então fomos atrás de alguma entidade nacional que era a única que poderia impedir, conseguimos contato com o superintendente do IBAMA que acabou com esse despejo. Hoje já conseguimos algumas coisas na SEPPIR, no ministério do meio ambiente, fundação cultural palmares, governo do Estado de Rondônia, além disso, aliado a todo o envolvimento da comunidade de Santo Antonio temos um trabalho de preservação do rio Guaporé e das espécies que usam as praias do Guaporé pra se procriar, por exemplo, de 2008 nos vamos devolver a natureza um filhote de tartaruga número 1 milhão, esses são trabalhos que a ecovale vem desenvolvendo, já fomos tema do globo repórter duas vezes. 1 de dezembro agora estará sendo lançado um filme sobre a historia da comunidade quilombola de Santo Antonio do Guaporé, produzido pela RW. A Petrobras patrocina o trabalho ambiental que a ecovale desenvolve e agente também faz um trabalho de educação ambiental.
    A nossa identidade agente já tinha no sangue, porque o avô, o bisavô, eles contavam historias e falavam dos quilombos pra gente. Nos não sabíamos onde chegar pra declarar que nos éramos quilombolas e que gostaríamos de ser respeitados como tal. Quando agente teve acesso a fundação palmares, foi um trampolim muito fácil, porque já tínhamos isso no sangue, a resistência, inclusive na nossa comunidade ainda temos algumas palavras que eram do dialeto quilombola, do banto. Um historiador ajudando a descobrir nossas raízes, descobriu que nossos ancestrais eram da Angola. Todas as comunidades tem consciência da nossa historia, de onde viemos, o que somos, no vale do Guaporé não teve esse problema. A única coisa que agente lamenta é que 3 quilombos daqui foram exterminados o piolho, guaritere, Joaquin tele. Agora nos vamos tentar reconstituir a historia dessas três comunidades que foram extintas por violência no campo. Hoje depois do nosso certificado de auto reconhecimento a comunidade aqui deu um crescimento para 108, alguns retornaram. A ecovale tem um registro dos quilombolas se casaram, se tem filhos e se saíram da comunidade. Grande quantidade desses que saíram estão esperando a titularidade da terra sair, porque eles tem medo de voltar e serem expulsos de novo.
    A ecovale nasceu dentro da comunidade do santo Antonio de depois acabou virando coordenação estadual e dentro de cada comunidade formou-se uma associação ligada a ecovale.
    A interação com as outras entidades quilombolas do Brasil é excelente, mas há a falta de recursos. A interação se dá mais quando há encontros promovidos pela Palmares, SEPPIR, MMA. Inclusive hoje eu faço parte da CONAQ, é extremamente importante e é onde estamos conseguindo desenvolvimento não só pra minha comunidade, mas pra outros estados do Brasil também.
    Todas as comunidade quilombolas tem os mesmos anseios, as mesmas dificuldades, os mesmos problemas e a mesma esperança, mesma força de vontade de lutar por uma coisa que nos herdamos. A paciência, a perseverança e a garra nos herdamos, a resistência e é por isso que nos estamos conseguindo sobreviver até hoje. As comunidade do Guaporé tem as diferenças devido a localização geográfica, a maioria é por acesso fluvial. Hoje nos já temos duas que o acesso é de carro, mas em péssimas condições. Somente durante 4 meses do ano que nos conseguimos chegar por essas estradas. As grandes esperanças das nossa comunidades está baseada nesses encontros com outros povos quilombolas, onde trocamos muitas experiências e tentamos buscar soluções comuns para todas as comunidades, que tem problemas muito parecidos.
    Agente tem que fazer uma mobilização pra tentar conscientizar as autoridades de que nos existimos e de que nos estamos sendo massacrados pelo sistema. Agente não pode generalizar porque também existem muitas autoridades que são nossos parceiros.

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  2. Olá Waldemiro seja bem vindo ao meu que é seu também blog Identidade Negra.Que tudo se torne possivel para a contemplação pela igualdade do povo negro. ísegum irmão!!!!!!

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  3. Ao Excelentíssimo presidente Lula, saudações de muita paz e harmonia no seu governo. Este blog O Negro no Brasil Atual (1980), que tem uma participação de grande maioria dos seus eleitores. Vamos lembrar que a mãe preta que amamentava os filhos dos senhores de escravos, e seus próprios ficavam subnutridos, há de se lembrar que isso é um exemplo de dignidade, humildade e de extrema virtude e de doação do seu próprio leite que representa uma aliança de sangue. Posto isso sugerimos que o seu governo não destrua a imagem da mulher negra, chama o seu ministro da igualdade racial, ministro Edson Santos (SEPIR), para uma reconciliação e entendimento com a CONAQ em vez de uma nota de repúdio seja um exemplo de zumbi, “conviver em harmonia com todos os segmentos da sociedade de amor a vida e vivificá-la”. A demissão de Givânia teve a uma nota de protesto e solidariedade dos quilombolas pela sua representação de confederação, com muita humildade. Esse blog solicita essa gestão administrativa no seu governo, pela vossa experiência de sindicalistas (que é o entendimento). Paz e harmonia.
    Waldimiro de Souza
    http://onegronobrasil1980.blogspot.com
    Nota de Repúdio pela exoneração da companheira Givânia Maria Silva, Subsecretária da SUBCOM/SEPPIR.
    Leiam e repassem.
    Ats,
    Ronaldo dos Santos
    Coord. Execut. CONAQ

    Rio de Janeiro, 04 de abril de 2008.
    NOTA DE REPÚDIO

    A CONAQ – Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas vem através desta, externar sua indignação e seu repúdio contra a atitude desrespeitosa do Sr. Ministro da Igualdade Racial, Edson Santos, que anunciou nesta quarta-feira (03/04) a exoneração da Sra. Givânia Maria Silva, Subsecretária da Subsecretaria de Políticas para Comunidades Tradicionais da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SUBCOM/SEPPIR ), desconsiderando todo diálogo feito com essa Coordenação em audiência realizada no dia 04 de março do corrente ano.
    É fundamental apresentarmos um resgate histórico sobre a presença da Sra. Givânia Maria da Silva à frente da SUBCOM/SEPPIR. Givânia representava nessa pasta o espaço institucionalizado de diálogo do movimento quilombola, representado pela CONAQ e pelas várias Coordenações, Associações e Federações Estaduais de Quilombos existentes nas diversas regiões do país.
    Para muito além de representar um cargo, a vinda de Givânia Silva a esse posto se deu a partir de um objetivo mais amplo que foi o de fortalecer e consolidar as políticas públicas voltadas às comunidades quilombolas a partir das demandas e do diálogo estreito com os próprios sujeitos dessa política, ou seja, com as comunidades quilombolas. Ressaltamos, ainda, que essa construção dialogou com a importância dada a essa política como pilar central desta Secretaria Especial.
    A decisão tomada pelo Sr. Ministro, nessa quarta-feira não respeitou também o calendário eleitoral. Como é de conhecimento público, a companheira Givânia é vereadora de segundo mandato, pelo Partido dos Trabalhadores, do município de Salgueiro - PE. Uma vez tomada a decisão coletiva do movimento de que a vinda de Givânia à Seppir era estratégica para a política de quilombos, esta licenciou-se do cargo que ocupava em seu município.
    Nos diálogos estabelecidos com o gabinete do Sr. Ministro, foi apontada a necessidade de que, caso viessem a ocorrer mudanças, as mesmas deveriam ser feitas antes do período de prévias dos partidos, para possibilitar a continuidade dos projetos eleitorais das comunidades quilombolas, que têm no mandato de Givânia uma forte representação das suas causas. De modo irresponsável, a exoneração da companheira deu-se posteriormente ao período de prévias dos partidos, contrariando os acordos estabelecidos e impossibilitando a continuidade do projeto de ocupar cargos eletivos em seu município para o próximo período, estratégia tão fundamental às comunidades quilombolas.
    Enquanto sujeitos políticos que somos, entendemos perfeitamente como se dão essas costuras políticas, e a necessidade que um gestor tem de efetuar substituições nos quadros que compõem sua equipe. Isso, contudo, não foge à necessidade de estabelecer um diálogo de construção respeitoso e ético com os sujeitos dessa política, no desenrolar de fatores estratégicos como esse.
    Repudiamos então, a atitude do Sr. Ministro que coloca em cheque a relação de confiança estabelecida com nosso movimento, uma vez que sua posição foi de que a companheira Givânia Silva não seria alvo de perseguições políticas e que sua continuidade ou não no cargo seria conseqüência dos resultados concretos de seu trabalho. Um mês depois dos compromissos assumidos, a situação se reverte e é resolvida com uma simples conversa inesperada, sem sequer um contato prévio com o movimento, no sentido de informar e justificar o que haveria de acontecer, mesmo que fosse irreversível. O ponto central desse desenrolar é que a preocupação com a condução e fortalecimento das políticas de quilombos pareceu ser a última presente na decisão tomada pelo Sr. Ministro.
    Apresentamos nosso grande temor de que essa situação delicada interfira efetivamente nos resultados da política do Governo Federal voltada às comunidades quilombolas, no âmbito do Programa Brasil Quilombola, considerando que:
    O diálogo entre SEPPIR e CONAQ inicia-se com um marco de relação que não preza pelo respeito às partes, nem tão pouco pela construção de diálogo conjunto que vise à construção e efetivação das políticas públicas para as comunidades quilombolas;
    Há um risco real de que a interlocução entre este Governo e as comunidades quilombolas se dê por meio de organizações não governamentais do movimento negro urbano e representantes quilombolas ligadas à esses grupos, em detrimento da consolidação do movimento quilombola, situação esta vivenciada ao longo da história da SUBCOM/SEPPIR até o 1º semestre de 2007. Denunciamos ainda que essa postura não respeita as legislações que sustentam essa política, tais como a Convenção 169 da OIT.
    Os investimentos da Agenda Social e do Programa Brasil Quilombola (PBQ) correm o risco de serem canalizados para esses mesmos grupos citados acima, com o claro objetivo já conhecido de fortalecê-los política e institucionalmente, não atendendo os objetos da política que é o real desenvolvimento sustentável das comunidades quilombolas e de seu movimento na defesa dos seus direitos.
    Finalizando esse documento-denúncia, queremos tornar público o risco que corremos de descaso na condução da política para as comunidades quilombolas, sobretudo no que se refere à implementação efetiva do disposto no artigo 68 da Constituição Federal, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, bem como o disposto no Decreto 4887/2003, em relação à efetivação do nosso direito irrevogável à terra.
    Diante da difícil conjuntura politica que atravessamos, onde a inoperância do INCRA se perpetua por todo Brasil, o governo propõe uma péssima versão de Instrução Normativa em substituição a de n°. 20 do INCRA, piorando consideravelmente os procedimentos administrativos para a regularização fundiária dos territórios quilombolas; o decreto 4887/07 corre o risco de ter seus efeitos anulados por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) e também da Câmara dos Deputados; e a articulação contrária da Bancada Ruralista, do agronegócio fortalecidas pela fidelidade da grande mídia aos seus projetos políticos, que continua cada vez melhor orquestrada, sustentados pelos projetos de infra-estrutura do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal), nossa situação torna-se ainda mais delicada.
    Queremos dizer com tudo isso que apesar da total insatisfação, a CONAQ, enquanto entidade de representação do movimento quilombola nacional, mantém o diálogo com esse governo, e mais do que isso, não abre mão dessa interlocução, ressaltando que não admitiremos ver mais uma vez nossas comunidades sofrendo um processo de massacre social e político extremo por todo o país, enquanto nossa política e os recursos públicos nelas aplicados servem apenas para financiar “interesses” de grupos políticos cuja prática não traduz nenhum compromisso com a política quilombola.
    Atenciosamente,
    ____________________________________
    Ronaldo dos Santos
    Coordenador Executivo da CONAQ
    Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas – CONAQ
    jhonnyquilombola@gmail.com
    rscampinho@yahoo.com.br

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  4. Precisamos de novas formas de governar, onde o dinheiro não prevaleça sobre os interesses da sociedade, onde todos se respeitem independente de raça, gênero, forma fisica ou qualquer coisa.

    Uma sociedade justa e digna pode parecer uma utopia, mas se não acreditar nisso pra que viver?

    Esse Blog tem me motivado a continuar lutando por essa sociedade e entender que existem coisas boas nessa internet...

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  5. O poder político deveria enfocar como gestor da interação o desenvolvimento integrado de todos, em especial, o seguimento mais desfavorecido.
    A aplicação dos impostos pagos por todos os brasileiros só favorecem os apadrinhados do Judiciário, Executivo e Legislativo, é uma cultura atávica.
    Carta de Uberaba de setembro de 1979, Proclamaração de Ribeirão Preto e a obra de Milton Santos estão ao alcance de todas as instâncias do Poder, como também o projeto de Laboratório de Geoformologia e estudos regionais da pesquisa de 1959 de Santos e vária universidade.
    Tereza Souza Mendes
    ttmssouza@yahoo.com.br

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  6. Gilberto Lima,

    Sou negro, afrobrasileiro, nascido e criado na favela da POLOP em São Paulo, Zona Oeste. Conheço de cabo a rabo a realidade nua e crua desta localidasde brasileira, e por extensão de todas as demais "favelas" do nosso amado e querido Brasil. Desta forma exijo dos Governantes Brasileiros, Empresários e de toda a População "Privilegiada" de nosso País, que tomem as devidas providências quanto ao resgate de toda a "dívida social" para com os desfavorecidos do nosso Brasil. Desde os "brancos pobres aos negros e humilhados descendentes de escravos, como também à população indígena".
    Para a tomada de providências quanto às mazelas e perversidade social deste sofrido contingente populacional, sugiro aos Senhores que executem o que esta brilhante e inteligentemente escrito na obra do Professor Milton Santos.

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  7. O reavivamento da Rua Azusa foi uma reunião de reavivamento pentecostal que se deu em Los Angeles, Califórnia, presidida por William Joseph Seymour, um Reverendo afro-americano.Ele foi um antecessor do também Reverendo Martin Luther King na luta contra a segregação racial no mundo.Ele inspirou Luther King que inspirou Barack Obama.O movimento teve início com uma reunião em 14 de Abril de 1906 na Igreja Metodista Episcopal Africana e continuou até meados de 1915. O renascimento foi caracterizado por falar em línguas estranhas, cultos dramáticos, milagres antes não vistos e a confusão inter-racial. Os participantes foram criticados pela mídia secular e teólogos cristãos por considerarem o comportamento escandaloso e pouco ortodoxo para a época. Hoje, o movimento de reavivamento é considerado pelos historiadores como principal catalisador para a propagação do pentecostalismo no século XX.
    Fábio Medeiros - Patos-PB

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