quinta-feira, 7 de maio de 2015

Os Mudancistas

Paulo Roberto Costa, engenheiro, ex-diretor da Petrobras e um dos principais especialistas na engenharia de petróleo e gestão, na comissão parlamentar de inquérito na câmara dos deputados, no seu depoimento diante dos senhores parlamentares, bradou que eles são importantes, porque está nas mãos deles o futuro político do Brasil. No entanto, as convivências politicas e de interesses pessoais, são os maus políticos.
Para ascender ao cargo de diretor das estatais brasileiras, nenhum diretor ascende se não for indicado pelo palácio do planalto e seus aliados.  Dessa convivência com o padrinho politico, depois de empossado no cargo, surge o projeto de corrupção ou de assalto à nação. No governo do presidente Lula, o conselho da diretoria da Petrobras alegava a existência de um gargalo na estrutura da gestão da Petrobras no Brasil. Pela urgência da realização de obras, instituiu-se um programa de projetos iniciais que fazia as concorrências sem o projeto pronto, tecnicamente não correto.

O engenheiro civil Jair Lage de Cirqueira, já falecido, um dos mais renomados da engenharia pesada, em sua visão de conhecedor da engenharia dizia que o sucesso de uma obra depende do programa e de um projeto bem elaborado tecnicamente e com um bom quadro de profissionais tanto na área de gestão como laboral.

Pasme! O governo dito como popular esqueceu das suas origens, partiu para orgia do comportamento humano no governo de Lula e Dilma, até atingir o estado máximo de perda de credibilidade.

Atualmente, estamos num momento de travessia politica, de perda de identidade, de civilidade e do compromisso com a nação. Aquela ideia indelével dos mudancistas que concretizaram o programa de governo JK na edificação de Brasília, com a visão de urbanismo de Lúcio Costa e do arquiteto Oscar Niemeyer, navegou com os seus traços no conselho dos plenários, colunas e espaços integradores da inteligência humana. As seguintes gerações deviam ter se apropriado no conceito indelével, que Milton Santos descreve na sua obra: o mais importante é pensar, pesquisar,  obter informação, fazer educação e expressar cultura. Hoje as universidades, não somente no Brasil mas no mundo inteiro, dão títulos por coisa nenhuma, salvo aqueles que se dedicam ao pensamento e conhecimento em favor do convívio humano no planeta. A expressão da riqueza da natureza é um presente de Deus!

O blog O Negro no Brasil 1980 homenageia o atleta paraolímpico de rugby José Higino Oliveira Souza, o único da categoria representante de Brasília em Toronto, ele faz parte do blog!

Essa Luz resplandece o caminhar da convivência dos povos, do caminho do homem e da mulher no planeta. Notoriamente os que andam no limite, os que decidem e que ultrapassam o limite humano atingem a fé. A fé não tem limite!

A seleção brasileira de Rugby em cadeira de toda delegação brasileira no Para Pan Am de 2015, legou ao Brasil o aprendizado da superação, da superação da vida. Com fé o homem não tem limite. Jesus Cristo diz q se tiver fé do tamanho de um grão de mostarda, vc consegue deslocar montanhas, isso é a simbologia da fé. Parabéns, são vitoriosos!

As manifestações da sociedade, que são legítimas, são o termômetro da crise política, e não se pode culpar o termômetro por indicar a gravidade da febre. A responsabilidade dos que receberam um mandato é enorme e, se traíram a confiança da sociedade, precisam se explicar perante a Justiça e se submeterem às penas, caso o ilícito seja comprovado. Esperemos que este seja um caminho sem volta no Brasil.
Leiam o artigo de Marina Silva publicado no UOLhttp://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2015/08/19/pelas-licoes-que-insiste-em-nao-querer-aprender-dilma-ja-foi-saida.htm
 

9 comentários:

  1. O Brasil tropeiro, o tocar de boi a pé ou à cavalo, as canoas, as balsas, os paquetes, as barcas a vela, ou a remo, ou com vara. Essa foi a base do desenvolvimento do Brasil. Uma homenagem ao jumento ou jegue foi a interiorização do Brasil. Que tinha uma tropa de jegue bem adestrado era rico, hoje ele é esquecido. Como foi o esquecimento das contribuições dos mudancistas. As universidades e os colégios não relatam a historia da interiorizarão do Brasil.

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  2. A ausência do tempo dos mudancistas é vista a cada esquina que se vira em Brasília e no Brasil. Foram tempos de esperança em busca de grandes mudanças, onde as pessoas eram capazes de caminhar do Rio de Janeiro a Manaus em busca de algo melhor. Brasília foi construída com muito empenho de cada trabalhador, se cantava e se trabalhava muitas vezes mais de 17 horas por dia. Mas ainda a cada dia, os trabalhadores se renovavam de esperança e de forca, pois aquele trabalho era muito maior do que eles.
    Vislumbravam a mudança de sentido, de forma, de convivência, de algo muito maior do que a racionalidade podia alcançar. A esperança de um caminhar em terras mais harmônicas e solidarias, onde a compaixão reinasse em todos os ambientes. Onde o respeito era imprescindível e o amor reinava através de uma sinfonia continua, chamada vida.
    Essa falta latente de tempos que nem pude vivenciar em que a grande vontade de mudança de milhares de homens e mulheres foi capaz de trazer uma nova capital para o interior do país. Todos esperavam que isso trouxesse uma maior conexão no país, e que regiões distantes ficassem menos esquecidas e fossem mais interligadas. Aqueles olhares brilhantes, esperançosos e as ações firmes e conjuntas trouxeram a possibilidade de Brasília existir e escrever a sua historia.
    Essa ausência que sinto da existência dos mudancistas hoje é incalculável. Vejo pessoas rodando sem sentido e sem direção, e elas nem se dão conta disso. Nesse tempo as ações e os sonhos comunitários se perdem e andamos cada vez mais solitários. Quero poder olhar pela janela e ter a oportunidade de ver ressurgir o sentimento dos mudancistas em cada brasileiro.

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  3. Zelta Jacob de Paula16 de maio de 2015 13:58

    Minha mãe Maria Jose de Paula me contava a história dos nossos antepassados, como se diz os mineiros: os causos. Isso é uma linguagem simples dos mineiros da roça, boias frias. Como exemplo tem a linguagem do Apostolo Valdemiro Santiago.
    Quero fazer uma homenagem a minha parteira, titia Júlia. A minha mãe me disse que foi uma mulher dedicada de apoio as mulheres da roça, e que nenhum dos filhos que ela pegou morreu, todos foram homens e mulheres sadios. Isso é uma história do município de Unaí da região rural. Sou evangélica, creio em Jesus Cristo que faz a subsistência vitalícia da vida humana.

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  4. O termo "mudancistas" é uma ação entregadora dos brasileiros, essa historia tem que ser contado por causo, que é a comunicação do homem simples, da mulher rendeira, da doceira, da quebradeira de coco, da parteira e das mulheres negras que amamentavam os filhos do senhor de engenho. Eu creio que o verbo que é Deus, um dia, pela forma mais simples da palavra, irá fazer a nação mais prospera, mais amiga, mais verdadeira e mais irmã com esses exemplos.

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  5. O ser humano precisa aprender a ceder e estar disposto a sofrer um pouco pelo bem maior. Muitas vezes podemos tomar decisões que podem nos beneficiar em detrimento dos outros. Outras vezes podemos nos doar por um bem maior. Com fez a minha vó (Tereza Figueredo de Souza) que entre os anos 40 a 70 ensinava numa comunidade no interior do país sem receber nenhum salario, mas pelo bem maior.

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  6. Francinete de Castro Silva3 de junho de 2015 17:17

    Espedito Alves da Silva, Meu pai, herói, pai de dezesseis filhos, foi igual mandacaru que resistiu o tempo, deixou um exemplo de vida, para seus filho e netos, na vida de um cabra macho.

    Quero fazer uma homenagem a uma mulher extraordinária e competente, Denise Elias de Souza, geografa, professora e minha colega de profissão, foi aluna do cientista, professor Milton Santos e é professora da Universidade Estadual de Fortaleza.

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  7. Sabrina Victoria Cardoso Castelo8 de junho de 2015 10:55

    nos as meninas de dez anos no Brasil esperamos ter boas escolas, bons professores,que tenha bons entendimentos com os nossos pais. Creio mesmo no nosso talento e no da nação . Essa é´uma opnião de uma joven de Santa Rita de Cassia BA. Sabrina Victoria

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  8. Julianna Maroccolo22 de junho de 2015 22:54

    O tema usado no programa de governo e projeto de JK quando governador de Minas Gerais, que dizia que governar é abrir estradas e obter energia hídrica e renovável, gerou uma conquista de confiança para ascender à presidência da republica, avocando para seu governo o conceito indelével dos mudancistas para interiorização da sede do governo para Brasil Central.
    Nessa visão do plano no alto, interligando de mãos dadas o Sul, Norte, Leste e Oeste na unidade linguística da nação é o que nos permite nos identificarmos como brasileiros, dando sentido à cidadania politica que é uma alegria constante e permanente da vida humana, como o borbulhar das nascentes d'água que iniciam o ciclo das águas.

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  9. Ana Beatriz Nobrega17 de julho de 2015 21:06

    O território nacional tem cerca de 8,5 milhões de quilômetros quadrados, e o Brasil com mais de duzentos milhões de habitantes sofreu com o êxodo rural e a urbanização brasileira sem critérios e observância urbanística. A ganância comercial nas edificações urbanas sem nenhum projeto urbanístico ou arquitetural que dignificava a vida nas três bases mais importantes: moradia, laser e saúde. As favelas brasileiras e os mocambos mesmo com o movimentos dos mudancistas para a transferência da capital do Distrito Federal para Brasília não impediu a favelização dos brasileiros em especial os negros e os indígenas. Como disseram os cientistas presentes na reunião da Comissão de Ciência e Tecnologia, nossa juventude discente brasileira é reduzida e poucos tem objetivo de ascender a ciência, a técnica e a pesquisa. Hoje a maioria deles tem um discurso afinado para a orgia do comportamento humano que leva a maioria dos jovens a essa convivência criminosa que é a dependência química. O Brasil precisa de jovens idealistas, compromissados com a nação e com os valores da família. Nos, os jovens somos talentosos, eu creio nisso. A concepção do estado hoje ou as pessoas que ocupam os cargos públicos estão distantes de valorizar a juventude brasileira.

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