sábado, 21 de novembro de 2015

Terrorismo ambiental em Mariana


Tinha um dito popular quando foi criada a vale do rio doce, que era uma empresa pública que tirava o dinheiro e deixava o vale. Esse era o problema da gestão vale, os políticos eram os beneficiados na época. Hoje a vale tira o minério e deixa a lama, com poluição, degradação, destruindo as nascentes do Rio doce, a destruição da fauna e da flora, do bioma da região com centenas de mortos e desaparecidos.

 No conceito político é um terrorismo cultural. Com diz Milton Santos “É o agir perverso, da ciência e da tecnologia”. Entre o terrorismo acontecido na França e o terrorismo ético e ambiental em Mariana, o de Mariana é muito mais grave, porque atinge várias gerações até aquelas que ainda não nasceram. Os que morreram são apenas um número sem muita relevância, pois são pessoas humildes e em sua maioria pobres.

Nesse acidente valores morais de uma nação são tratados de forma banal sem nenhuma responsabilidade civil, pelas autoridades brasileiras. As pessoas que ocupam os cargos no estado brasileiro estão muito mais preocupadas com as suas questões pessoais, do que com reais necessidades da nação, no qual eles representam.

5 comentários:

  1. Parabéns ao blog, por da importância ao acontecido em Mariana.

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  2. José Diego de Sant´anna Ribeiro24 de novembro de 2015 17:19

    Realmente temos que focar as atenções neste problema. O mundo tem que saber o que esta acontecendo.

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  3. Terrorismo ambiental, moral e de vidas que talvez nunca mais encontrarão seu rumo, devido à tamanha enxurrada de lama da Vale e da política do nosso país. Seu chão, sem trabalho e sem governantes, imagino que seja assim que aquelas vítimas estejam se sentindo, porque aqui, eu me sinto sem um governo sério e sem esperança,.

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  4. Terezinha Figueiredo Souza14 de dezembro de 2015 17:28

    O ensinar e o agir de Jesus Cristo!

    Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar,
    Até ao dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado mandamentos, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera;
    Aos quais também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando das coisas concernentes ao reino de Deus.
    E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que, disse ele, de mim ouvistes.
    Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias.
    Aqueles, pois, que se haviam reunido perguntaram-lhe, dizendo: Senhor, restaurarás tu neste tempo o reino a Israel?
    E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder.
    Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.
    E, quando dizia isto, vendo-o eles, foi elevado às alturas, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos.
    E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois homens vestidos de branco.
    Os quais lhes disseram: Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.
    Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado das Oliveiras, o qual está perto de Jerusalém, à distância do caminho de um sábado.
    E, entrando, subiram ao cenáculo, onde habitavam Pedro e Tiago, João e André, Filipe e Tomé, Bartolomeu e Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelote, e Judas, irmào de Tiago.
    Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria mãe de Jesus, e com seus irmãos.
    E naqueles dias, levantando-se Pedro no meio dos discípulos (ora a multidão junta era de quase cento e vinte pessoas) disse:
    Homens irmãos, convinha que se cumprisse a Escritura que o Espírito Santo predisse pela boca de Davi, acerca de Judas, que foi o guia daqueles que prenderam a Jesus;
    Porque foi contado conosco e alcançou sorte neste ministério.
    Ora, este adquiriu um campo com o galardão da iniqüidade; e, precipitando-se, rebentou pelo meio, e todas as suas entranhas se derramaram.
    E foi notório a todos os que habitam em Jerusalém; de maneira que na sua própria língua esse campo se chama Aceldama, isto é, Campo de Sangue.
    Porque no livro dos Salmos está escrito: Fique deserta a sua habitação, E não haja quem nela habite, e: Tome outro o seu bispado.
    É necessário, pois, que, dos homens que conviveram conosco todo o tempo em que o Senhor Jesus entrou e saiu dentre nós,
    Começando desde o batismo de João até ao dia em que de entre nós foi recebido em cima, um deles se faça conosco testemunha da sua ressurreição.
    E apresentaram dois: José, chamado Barsabás, que tinha por sobrenome o Justo, e Matias.
    E, orando, disseram: Tu, Senhor, conhecedor dos corações de todos, mostra qual destes dois tens escolhido,
    Para que tome parte neste ministério e apostolado, de que Judas se desviou, para ir para o seu próprio lugar.
    E, lançando-lhes sortes, caiu a sorte sobre Matias. E por voto comum foi contado com os onze apóstolos.
    Atos 1:1-26

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